Esser

A Honeywell ESSER tem sua fábrica e desenvolvimento na Alemanha sendo a precursora no campo da inovação de tecnologia de detecção de incêndios com produtos que estabelecem marcos de mercado e soluções de sistemas que permitem maior flexibilidade, baixo custo (TCO), segurança de vidas e de segurança operacional.

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DETALHAMENTO

Sistemas de detecção de incêndio que estejam aptos aos desafios futuros, devem cumprir as normas mais exigentes e complexas do mercado, incluindo configuração precisa de seus elementos, capacidade de expansão para satisfazer novas exigências com a flexibilidade de adicionar novas funções e componentes, sem a necessidade de substituir o legado, garantindo a compatibilidade com suas versões anteriores. Além destes fatores o sistema deve ser intuitivo e de fácil manuseio no idioma local, apresentar uma manutenção baixa que permita um custo total de propriedade (TCO).

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Aproveite a facilidade e o custo justo da série de centrais FlexES, com capacidade de 1 a 18 laços, que oferecem a liberdade de planejamento da instalação de forma faseada, respeitando o seu orçamento porque possui capacidade modular plug-n-play de seu hardware e de seu software atendendo as mais rígidas normas da atualidade.

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O Design inovador das centrais é resistente ao fogo, sendo operado por displays LCD de 5,7” sensíveis ao toque por senha e/ou chave, podendo ser instalado inclusive em áreas públicas, com grau de proteção IP30.

A robustez do sistema oferece opções por até 3 fontes de alimentação redundantes e 2 CPU redundantes para comutação imediata numa improvável falha, garantindo a sua operação nas piores hipóteses. Se as centrais estiverem conectadas em rede, é possível programa-las para receber todos os eventos da rede sem a necessidade de um nó de rede específico para convergir as informações. O laço pode operar também em modo degradado caso haja falha da CPU, tocando a sirene/strobe e/ou sonofletor da zona.

O grande diferencial do sistema da Esser é trafegar um único cabo entre os dispositivos de campo que são todos endereçáveis e dotados de módulo isolador, podendo identificar facilmente através do software o local exato de uma eventual fuga à terra.

Pelo mesmo cabo é possível disparar sirenes/strobes e até enviar mensagens de evacuação em 5 idiomas diferentes.

 

O vírus Corona já está em mutação desde a sua descoberta em 1960 e somente em 2020 ele sofreu pelo menos duas mutações conhecidas. Segundo especialistas, é possível que sejamos forçados a conviver com o Corona como convivemos com as gripes. A esperança de eliminar o vírus começa com uma vacina, mas não representa o fim do caminho, pois ela só será efetiva para as versões conhecidas dele.

Ambientes de uso coletivo e fechados são reconhecidamente os locais ideais para disseminação de vírus pelo ar ou pelo toque. Ou seja, quase todos os prédios e estabelecimento comerciais não estão preparados para este futuro.

Então…, o que fazer?